O Olhar de Quem Veio de Fora: Por Que uma Família Argentina Escolheu Florianópolis — e Nunca Mais Saiu

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Publicado por ADALCH Imobiliária | Florianópolis, SC


Existe um tipo de conhecimento que não se aprende em sala de aula nem em curso de formação.

É o conhecimento de quem vendeu tudo, cruzou fronteiras, sobreviveu a uma pandemia longe de casa e aprendeu — na prática, com erros reais e decisões difíceis — o que significa proteger patrimônio e reconstruir uma vida.

Esse é o conhecimento que move a ADALCH.

E tudo começou com uma decisão tomada quase ao mesmo tempo, num momento em que a Argentina sinalizava, mais uma vez, que o cenário econômico mudaria.

"É hora de ir."

Era 2019. Inflação acelerada, desvalorização e incerteza — um ciclo que quem viveu na Argentina reconhece bem. Adriana e Christian se olharam. Não precisaram terminar a frase.

Não foi fuga. Foi estratégia.

Quem conhece a volatilidade econômica argentina sabe: esperar pelo momento certo pode custar tudo. Agir com antecedência não é pessimismo — é inteligência.

Eles já tinham imóveis, um consultório, anos de trabalho construídos. E escolheram, conscientemente, começar de novo — antes que o cenário os obrigasse a isso.

O primeiro encontro com Florianópolis

Em fevereiro de 2020, Adriana e Christian chegaram à Ilha com um plano estruturado e olhos atentos. Passaram 10 dias na Praia da Cachoeira do Bom Jesus — observando, pesquisando, confirmando se aquele era o lugar certo para o que tinham em mente.

Foi.

Em um único dia de visitas, viram 10 apartamentos. Gostaram de um. Fizeram uma proposta que parecia ousada demais.

O sócio da imobiliária desceu correndo a rampa para avisar: "O proprietário aceitou."

Assim foi comprado o primeiro imóvel da família no Brasil: um apartamento de 1 dormitório, a 50 metros da praia, no centrinho dos Ingleses. À distância, com burocracia desconhecida, em outro idioma — e com a ajuda de quem conhecia os processos que eles ainda estavam aprendendo.

Esse detalhe nunca foi esquecido. E moldou o jeito como a ADALCH atende hoje.

A pandemia que se tornou recomeço

Em novembro de 2020, em plena pandemia, Adriana e Christian deram entrada na residência brasileira. Compraram passagens parceladas na Black Friday e vieram — os três, com Alan. Assinaram a escritura. Voltaram à Argentina.

Em fevereiro de 2021, já como residentes, voltaram de carro para Florianópolis — desta vez com uma mudança pequena: duas malas de roupas e equipamentos de trabalho. O plano era aproveitar as férias, e em maio retornar definitivamente ao Brasil com tudo encaminhado: patrimônios vendidos ou em processo, negócios fechados, ciclos encerrados.

Mas quando as férias terminaram e tentaram voltar à Argentina, as fronteiras terrestres estavam fechadas. E mesmo sendo argentinos — mesmo tendo esse direito —, a entrada foi negada.

Não havia caminho de volta. Literalmente.

Então ficaram. Sem drama. Sem mágoa. Com a clareza de quem reconhece que algumas portas se fecham para que outras se abram.

Oito meses depois, quando uma fronteira finalmente abriu em Foz do Iguaçu, voltaram apenas para fechar ciclos: o carro já estava vendido. A casa foi vendida. O consultório — à vista, com desconto duro, necessário. Mais dois imóveis, parcelados — um em 12 meses, outro em 54.

Cada venda foi um aprendizado. O principal deles: patrimônio sem estratégia é vulnerável.

Investir com consciência, não com impulso

Com o dinheiro do consultório, a intenção era simples: comprar um apartamento maior. Mas o valor não entrou à vista. Então Adriana e Christian fizeram o que bons investidores fazem — adaptaram o plano.

Investiram em uma SPE de uma construtora local, a Domum, cujo empreendedor já conheciam desde a primeira compra. Foram pagando as parcelas. Reinvestiram. Entraram em studios para short stay. Construíram portfólio com método, não com sorte.

Hoje moram no apartamento que escolheram com cuidado — e o primeiro imóvel, vendido e reinvestido, faz parte de uma trajetória de decisões conscientes.

Foi numa conversa no escritório dessa construtora que Alan entrou na história. Ao perguntar por ele, surgiu a ideia de trazê-lo para aprender vendas. Adriana e Christian perguntaram se também poderiam aprender. A resposta foi simples: "Claro."

Ali nasceu a ADALCH.

Quem está por trás da ADALCH


A ADALCH é formada por três pessoas — e cada uma chegou até aqui com uma bagagem única.

Christian Rubin traz 30 anos de carreira em TI como Analista de Sistemas, TTI, formação Broker pelo MBM, certificações ANCORD e PQO, e hoje cursa graduação em Coaching e Desenvolvimento Humano e pós-graduação em Metaverso na Espanha. Fala espanhol, português e inglês.

Adriana Robledo é formada em Terapias Integrativas e Complementares, terapeuta holística, com formação em Física Quântica e Terapias Energéticas — e o mesmo percurso TTI. Fala espanhol e português.

Alan Rubin é chef de cozinha formado na Argentina, certificado pela Cambridge em inglês, com formação Broker, certificações ANCORD e PQO — e atualmente estudando russo. Fala espanhol, português e inglês.

Os três têm CRECI-F ativo. Os três estudam. Os três constroem juntos.

"Em cinco anos no Brasil, estudamos mais do que em muitos anos anteriores de vida. E seguimos estudando."

O que o olhar de fora enxerga que os outros não veem

Quem nasce e cresce em Florianópolis às vezes não percebe o que a cidade representa para o mundo.

Quem chega de fora — especialmente de um país que conheceu a instabilidade na pele — enxerga diferente.

Enxerga segurança jurídica onde outros veem burocracia. Enxerga valorização real onde outros veem preço alto. Enxerga qualidade de vida onde outros veem distância do centro. Enxerga oportunidade de investimento onde outros veem apenas moradia.

Esse olhar é o que a ADALCH oferece a cada cliente.

Não vendemos imóvel. Entregamos perspectiva. Estratégia. A experiência real de quem já fez o caminho que você está prestes a começar.

Para quem a ADALCH foi feita

Para a família que quer se mudar para Florianópolis e não sabe por onde começar.

Para o estrangeiro que sonha em viver no Brasil e precisa de alguém que entenda — de verdade — o que é reconstruir vida em outro país.

Para o investidor que quer mais do que uma planta bonita: quer entender o potencial real do imóvel.

Para quem quer ser tratado como pessoa, não como ficha de atendimento.

Florianópolis escolheu a gente. Deixe a gente ajudar você a escolher Florianópolis.

A ilha não foi um plano B. Foi uma escolha feita com coragem, pesquisa e muito afeto.

E se você está pensando em dar esse passo — comprar, investir ou se mudar para cá —, gostaríamos muito de caminhar com você.

Como família. Como quem já errou, aprendeu e chegou do outro lado.

Fale com a ADALCH. A conversa inicial é gratuita — e pode mudar muita coisa.

📍 Florianópolis, SC 🌐 www.adalch.com.br


A ADALCH Imobiliária é uma empresa familiar, especializada no mercado imobiliário de Florianópolis. Atendemos em português, espanhol e inglês.